Ah, vontade de estar em outros lugares, vidas, instantes.
Desejo incontrolável de fugir da mesmice sem sentido, fugir de si.
Tirar essa cara sem graça e vestir gargalhadas.
Ser criança. Horas acariciando águas, decifrar mundos tão simples.
Vencer os próprios desafios, andar na calçada sem pisar nas linhas.
Nada era sempre ou nunca mais.
Dançar.
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