Olhar-te com a indiferença aos mal quistos.
Não me sobressaltar com seu toque sem metafísica.
Contentar-me com a admiração à distância.
Não esperar um desenrolar que nunca virá.
Não acreditar num sentimento que não sei se existe.
Me indignar com a ausência de reciprocidade no desespero e urgência em te querer.
Me aquietar na certeza de que isso vai passar, com a paciência dos sábios.
Saber o que dizer.
Como eu queria não ter que fazer nada disso, e viver meus caminhos sem que a sua existência me pesasse tanto.
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